domingo, dezembro 31, 2006
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Dica de Cinema
Para os sentimentais de carteirinha como eu, The Holiday (O amor não tira férias, título em português) é o filme certo prá fechar o ano de 2006.É uma comédia romântica inteligente, onde é difícil a gente não se identificar, pelo menos um pouquinho, com algum dos personagens.
É possível rir e chorar em questão de minutos. Além de tudo isso, o filme reforça a tese de que ainda vale a pena sonhar nos dias de hoje, e de que o amor pode renascer a qualquer momento, em qualquer lugar. :)
terça-feira, dezembro 26, 2006
Adivinha...

21/12/2006 - 14h22
Congonhas tem mais de 60 atrasos; no país, mais de 34% têm problemas
Publicidade da Folha Online
O aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, registrava atrasos de, em média, uma hora em 30 pousos e 34 decolagens às 14h desta quinta-feira, segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária). Em todo o país, da 0h às 10h30, dos 649 vôos programados, 223 atrasaram mais de uma hora e 36 foram cancelados.
Adivinha aonde eu estava nesta quinta, dia 21? Valendo um doce se acertar...
Na noite de quarta-feira (20), Congonhas permaneceu fechado durante cerca de 50 minutos devido ao mau tempo. Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a medida originou um "efeito dominó" que causou esta nova seqüência de atrasos e cancelamentos.
O problema foi agravado pela TAM, que teve seis aeronaves paradas para manutenção e ficou sem rede de dados no aeroporto Tom Jobim, no Rio. A companhia admitiu, no final da manhã desta quinta, que todos os seus vôos saídos de São Paulo tinham atraso médio de duas horas e que 26 deles haviam sido cancelados até aquele momento.
Por qual compania aérea eu voaria nesta quinta, dia 21? Mais um doce se adivinhar...
Bom, eu teria ficado muito feliz se o atraso do meu vôo tivesse ficado em torno das 2h da média dos atrasos descrita mais acima.
Mas não... Comigo as coisas tinham que ser "um pouquinho" mais complicadas, não é mesmo? Rs.
Meu vôo estava marcado para sair de Viracopos/Cps, às 12h35. Mas ele foi adiado para as 15h35, e depois cancelado. Aí a TAM providenciou um ônibus fretado para nos conduzir até Congonhas, para pegar a ponte-aérea. Segundo o funcionário responsável pelas informações, lá haveria "uma chance maior de conseguirmos embarcar" ainda na quinta-feira. Pode???
Tudo bem, afinal eu nem estava cansada... (Só tinha dado plantão naquela noite, de quarta p/ quinta, sem dormir...)
Mas até que o cochilo no ônibus, durante o percurso pela Bandeirantes, deu um Up no meu estado geral (de caco), amenizando um pouco o tamanho e a profundidade das olheiras.
Esperança à vista, meus olhinhos chegaram a brilhar quando viram no painel de controle de Congonhas que meu novo vôo estava com o check in aberto.
Mas a esperança foi tão rápido quanto veio... Uma voz no áudio informou que os atrasos continuavam devido ao mau tempo no Rio de Janeiro.
Bom, sem lugar nas poltronas semi-confortáveis ao redor dos portões de embarque, me aconcheguei no chão mesmo (até que bem limpinho, diga-se de passagem). E ao som de uma programação flash-back (muito boa) de rock progressivo, que tocava numa rádio qualquer de Sampa, passei a observar o vai-vém das pessoas.
Umas desesperadas pela perda de vôos sequenciais, outras pela perda de compromissos importantes. Umas se produzindo esperando que algum dos muitos repórteres presentes as fotografasse ou filmasse, outras em puras e genuínas cenas de "piti".
Ah, além da famosa dupla sertaneja Milionário e José Rico (e toda a sua enoooorme comitiva), que naquela situação voltavam à condição de meros mortais, como eu, também sentados no chão.
Quase todos reclamavam. Mas todos cheios de razão.
Afinal, ninguém merecia uma situação como aquela.
Finalmente às 19h45 embarquei! Total pacial do atraso: 7h10. Saí no lucro. Afinal, no dia seguinte, leria que muitos dos que ali estavam naquela quinta, tiveram aquele mesmo chão como cama na madrugada.
Vôo tranquilo, até então, apesar de algumas turbulências no céu de Angra dos Reis.
Finalmente avistei a Ponte Rio-Niterói! Nunca fiquei tão feliz em vê-la! E verdade seja dita, ela é uma beleza também vista do alto!
Mas aí vem a voz no áudio de novo, só que desta vez a do Comandante:
"Srs. passageiros, aqui é o Comandante. Em virtude do mau tempo no Rio, e da visibilidade zero em Santos Dumont, há grande chance de termos que pousar no Galeão."
Nada contra Antônio Carlos Jobim (nome oficial do Galeão), mas aquele era o último nome que eu gostaria de ouvir naquele momento...
Mas antes mesmo do Comandante concluir sua fala, ele arremeteu. Arremeteu, e arremeteu mais um pouco, e continuou arremetendo. Uns não-sei-quantos, mas muitos pés acima, ele esclareceu que o vôo precisou ser desviado da rota, pois seu pouso não foi autorizado no Santos Dumont, nem no Antônio Carlos Jobim.
Aí fomos dar um "rolê" de mais ou menos 1h no Espírito Santo enquanto a chuva não dava uma trégua na Cidade Maravilhosa.
Finalmente, às 22h40, meus pés pisaram em terra firme, porém alagada. Total final do atraso: 10h05.
Mas sabe o melhor de tudo isso?
Se não tivesse sido assim, eu não teria entrado no táxi que peguei para a Tijuca, e não teria tido a oportunidade de falar do amor de Deus e do cuidado que Ele tem conosco àquele motorista (cujo nome tento lembrar mas não consigo).
Não teria dito à ele qual é o verdadeiro sentido do Natal, que naquela quinta ainda era futuro.
Se não fosse todo esse atraso, jamais teria dito àquele homem que a salvação está na pessoa de Cristo, e não na religião, e que esse vazio que ele sentia só poderia ser preenchido pela presença do verdadeiro Deus.
Aquele homem ouviu minhas palavras atentamente. Com os olhos marejados, agradeceu.
Não sei o que aconteceu depois, e provavelmente nunca saberei.
Mas saber que a palavra foi semeada num coração sedento valeu todo o cansaço, toda a irritação, e minhas roupas e sandálias molhadas.
Corpo cansado, mas alma leve.
Foi assim que adormeci, já na madrugada de sexta.
Feliz por estar naquele colchonete na sala da casa de Dby.
Naquele momento, não poderia ter me sentido melhor!
:)
João de Barro, o Braguinha

29/03/1907 - 24/12/2006
Às vésperas de completar um século de vida, morre aos 99 anos, de falência múltipla dos órgãos (causada por uma infecção urinária que generalizou-se) Carlos Alberto Ferreira Braga. Nascido no Rio de Janeiro, em 29 de março de 1907, foi o primogênito de um casal de classe média : Jerônimo José Ferreira Braga Neto e Carmen Beirão Ferreira Braga.
Residente na Gávea, tendo também Botafogo como cenário de sua infância, passou sua adolescência em Vila Isabel, onde seu pai era diretor da Fábrica de Tecidos Confiança.
Cursou o ginasial no Colégio Batista, onde conheceu Henrique Brito, violonista, que lá foi estudar com uma bolsa de estudos que ganhara do então governador de sua terra natal (RN), tamanho eram seus dotes de instrumentista. Essa amizade despertou em Braguinha o interesse e a vocação pela música, fazendo com que ele, aos 16 anos, compusesse sua primeira obra (letra e música), de nome Vestidinho Encarnado.
Era chamado de Carlinhos na família e de Braguinha pelos amigos, mas foi na época da faculdade que passou a se chamar de João de Barro. Estudante de arquitetura, inspirou-se no pássaro arquiteto para criar o pseudônimo, uma vez que seu pai não queria o nome de família envolvido com música popular, devido aos preconceitos que marcavam essa época.
Braguinha nunca soube ler música e sempre compôs de ouvido. Mas soube contagiar as multidões como a da Sapucaí, que pedindo bis, fez com que a Mangueira retornasse ao desfile, desta vez percorrendo, no sentido contrário, a Marquês de Sapucai, em 1984.
BIS para aquele que foi e sempre será uma das figuras mais importantes da nossa música popular brasileira.
CARINHOSO
(Braguinha e Pixinguinha)
Meu coração
Não sei por quê
Bate feliz quando te vê
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim
Foges de mim
Ah! Se tu soubesses
Como eu sou tão carinhoso
E o muito e muito que te quero
E como é sincero o meu amor
Eu sei que tu não fugirias mais de mim
Vem, vem, vem, vem
Vem sentir o calor
Dos lábios meus
À procura dos teus
Vem matar esta paixão
Que me devora o coração
E só assim, então
Serei feliz
Bem feliz.
Quem com pelo menos mais de 30 anos não conhece essa obra-prima da música popular brasileira? A música que foi conhecida por muitos na propaganda do "Chambinho, o queijinho do coração" (lembram?), fez parte da minha infância, e faz até hoje.
Não são raros os momentos em que me pego assoviando ou cantarolando essa canção.
Muitos pensam que a autoria dela era somente de Pixinguinha, mas ela foi feita em parceria com Braguinha.
Ele fez diferença em seu tempo, no meio musical, em nosso país. Foram muitas as canções e marchinhas.
Há um site maravilhoso, idealizado pela única filha dele, Maria Cecília, que vale a pena ser visitado. Foi criado para homenagear os seus 90 anos. Lá tem biografia, fotos, composições e memórias deste grande artista que vai deixar saudades.
http://braguinha.ag.com.br/
quarta-feira, dezembro 20, 2006
MATHEUS

Ele chegou às 14h28 de 18/12/06, pesando 3.250g e medindo 49cm, para completar a vida dos meus grandes amigos A & A! Promessa de Deus, ele agora os faz mais completos, mais realizados e muito mais felizes! É maravilhoso ver esse milagre, que se repete todos os dias neste planeta, acontecer na vida de pessoas tão queridas!
Deus é realmente perfeito!

Seja muito benvindo, lindo menino!
Que você "cresça em sabedoria, em estatura e em graça para com Deus e os homens", assim como Cristo!
Que o Senhor te abençoe e te guarde!
Sempre!!!
terça-feira, dezembro 19, 2006
LUTO II

Publicidade da Folha Online
Divulgação/Warner
Morre pai do Scooby Doo, Flintstones e Jetsons
Aos 95 anos, Joseph Barbera, co-fundador da empresa de desenhos animados Hanna-Barbera, morreu nesta segunda-feira (18), de causas naturais, em sua casa em Los Angeles, ao lado de sua mulher Sheila, informou o estúdio Warner Bros., sem fornecer mais detalhes.
Joseph Barbera foi um dos criadores de personagens dos desenhos animados, como Tom e Jerry, Scooby Doo, os Flintstones, os Jetsons, Dom Pixote e Zé Colméia, entre outros.
Barbera fundou a Hanna-Barbera com William Hanna em 1957. A empresa cresceu e se tornou uma das marcas mais famosas de Hollywood no ramo da animação.
Hanna morreu em março de 2001, aos 90 anos. Entre 1943 e 1952, a dupla ganhou sete Oscars. A série "Os Flintstones" foi um grande sucesso de audiência nos EUA. Entrou no ar em 1960. Foi a primeira série de animação a ocupar o horário nobre. Segundo a Warner Bros., atualmente é exibida em mais de 80 países.
Antes de se dedicar exclusivamente aos desenhos, trabalhou em um banco, chegou a ficar desempregado e passar dificuldades financeiras, antes de se tornar uma lenda da animação. Barbera nasceu em Nova York no dia 24 de março de 1911. Ele tinha três filhos (Jayne, Neal e Lynn).
sexta-feira, dezembro 15, 2006
LUTO

Morre aos 76 anos na Paraíba o músico Sivuca
Redação com Agência Estado
09:00 15/12
Morreu ontem à noite aos 76 anos o músico Severino Dias de Oliveira, o Sivuca. Ele estava internado desde terça-feira num hospital em João Pessoa, na Paraíba, para tratamento de câncer, segundo informações do jornal Bom Dia Brasil, da TV Globo.
Sivuca compôs músicas conhecidas como "Feira de Mangaio", "Adeus, Maria" e "Reunião de Tristeza". Além de compositor, ele era acordeonista (sanfoneiro) internacionalmente reconhecido por seu trabalho em ritmos como choro, frevo e forró.
Sua iniciação musical, ainda na infância, aconteceu em feiras e festas populares. O primeiro disco veio em 1950, em parceira com Humberto Teixeira, e incluia o primeiro grande sucesso, "Adeus, Maria Fulô", posteriormente gravado em versão rock pelos Mutantes, nos anos 60.
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Saudade do que ainda não vivi...
Ontem eu acordei com um sentimento de nostalgia tão grande, e com uma saudade que inicialmente pensava ser só do meu chão, como disse num post mais abaixo.
Mas não era não. E ainda não é. Na verdade, é uma saudade do que eu nem sei.
Saudade das coisas que ainda não vivi, talvez. Ou das que gostaria de ter vivido. Mas isso tudo não parece ser a mesma coisa? E não é a primeira vez em que isso acontece...
Pensei no dicionário e fui procurar o significado dessas palavras aí destacadas.
E o resultado foi esse:
nostalgia
do Gr. nostós, regresso + álgos, dor
s. f.,
melancolia, abatimento profundo de tristeza, causado pelas saudades do lar ou da pátria.
saudade
do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate, com influência de saudar
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;
Mas saber o significado das palavras que "traduzem" o meu estado atual não ajudou muito...
Aí me lembrei daquela música da Legião, "Índios".
Eu sei que o contexto da canção não se aplica ao que estou sentindo, mas lá tem um trecho que diz assim:
"...a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
...
Tentei chorar e não consegui."
Pensei: é bem isso!
Mas e daí?
O incômodo provocado por essa estranha sensação ainda continuava.
Foi então que me recordei de uma mensagem do Pr. Fernando Henrique, numa 6ªfeira dessas, lá na Igreja.
Ele falava dessa tristeza profunda, que pode até chegar a doer fisicamente, que o homem sente com frequência. E que é mais acentuada no crepúsculo do dia, naquela hora em que o Sol vai se despedindo prá dar lugar à Lua.
Hora essa que os homens passaram a chamar de "happy hour", que de feliz não tem quase nada, pois é nela que essa tal tristeza se manifesta na maioria das vezes.
Foi então que ele, o Pastor Fernando, nos lembrou de que antes do pecado entrar na nossa história, era justamente nessa hora em que Deus ia visitar o homem e a mulher.
Com eles conversava face a face. E eles tinham a presença real do Criador.
Depois do pecado, essa presença, dessa forma, nunca mais aconteceu.
Aí voltei ao significado das palavras nostalgia e saudade, nessa ordem.
.melancolia, abatimento profundo de tristeza, causado pelas saudades do lar...
.lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
E também me lembrei das palavras escritas por Renato Russo:
"...a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
...
Tentei chorar e não consegui."
Aliás, tento não chorar, e não consigo.
E entendo agora, em parte, essa minha aflição. E sei que, totalmente mesmo, ela só vai passar no dia em que eu estiver na presença dEle, com um corpo incorruptível e transformado. Livre das loucuras deste mundo, e das minhas "esquisitas maluquices"! Rs...
Mas enquanto isso não acontece, quero me concentrar nas lembranças das coisas boas que vivi, e na esperança das que ainda vou viver.
E firme na certeza de que "Ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos, de acordo com o Seu poder que atua em nós." (Ef.3:20)
Mas não era não. E ainda não é. Na verdade, é uma saudade do que eu nem sei.
Saudade das coisas que ainda não vivi, talvez. Ou das que gostaria de ter vivido. Mas isso tudo não parece ser a mesma coisa? E não é a primeira vez em que isso acontece...
Pensei no dicionário e fui procurar o significado dessas palavras aí destacadas.
E o resultado foi esse:
nostalgia
do Gr. nostós, regresso + álgos, dor
s. f.,
melancolia, abatimento profundo de tristeza, causado pelas saudades do lar ou da pátria.
saudade
do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate, com influência de saudar
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;
Mas saber o significado das palavras que "traduzem" o meu estado atual não ajudou muito...
Aí me lembrei daquela música da Legião, "Índios".
Eu sei que o contexto da canção não se aplica ao que estou sentindo, mas lá tem um trecho que diz assim:
"...a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
...
Tentei chorar e não consegui."
Pensei: é bem isso!
Mas e daí?
O incômodo provocado por essa estranha sensação ainda continuava.
Foi então que me recordei de uma mensagem do Pr. Fernando Henrique, numa 6ªfeira dessas, lá na Igreja.
Ele falava dessa tristeza profunda, que pode até chegar a doer fisicamente, que o homem sente com frequência. E que é mais acentuada no crepúsculo do dia, naquela hora em que o Sol vai se despedindo prá dar lugar à Lua.

Hora essa que os homens passaram a chamar de "happy hour", que de feliz não tem quase nada, pois é nela que essa tal tristeza se manifesta na maioria das vezes.
Foi então que ele, o Pastor Fernando, nos lembrou de que antes do pecado entrar na nossa história, era justamente nessa hora em que Deus ia visitar o homem e a mulher.
Com eles conversava face a face. E eles tinham a presença real do Criador.
Depois do pecado, essa presença, dessa forma, nunca mais aconteceu.
Aí voltei ao significado das palavras nostalgia e saudade, nessa ordem.
.melancolia, abatimento profundo de tristeza, causado pelas saudades do lar...
.lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
E também me lembrei das palavras escritas por Renato Russo:
"...a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
...
Tentei chorar e não consegui."
Aliás, tento não chorar, e não consigo.
E entendo agora, em parte, essa minha aflição. E sei que, totalmente mesmo, ela só vai passar no dia em que eu estiver na presença dEle, com um corpo incorruptível e transformado. Livre das loucuras deste mundo, e das minhas "esquisitas maluquices"! Rs...
Mas enquanto isso não acontece, quero me concentrar nas lembranças das coisas boas que vivi, e na esperança das que ainda vou viver.
E firme na certeza de que "Ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos, de acordo com o Seu poder que atua em nós." (Ef.3:20)
Mensagem de Natal

2006-2007
"Falo de uma tentativa real de recomeçar.
Falo de uma entrada em um novo ano abrindo as portas e janelas da casa e da alma. Sem frescura, sem afetação, sem mau humor, sem pressão nem formalidade. Pensando que a gente pode ser mais irmão, mais amigo, mais filho, mais pai ou mãe, mais humano.
Começar não com planos mirabolantes que não se podem cumprir, mas inventando novos modos de querer bem a si mesmo e aos outros.
O bom é entrar num novo ano sem lamentações inoportunas, sobretudo sem acusar: o destino, o outro, os pais, o chefe, a vida."
E sabendo, principalmente, e acima de tudo, que: "Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz."
JESUS, nome sobre todo o nome; razão única para festejarmos o Natal, e sonharmos com um ano melhor por vir!
Sem Ele, o tudo é nada; com Ele, o nada é tudo!
Feliz Natal e um lindo 2007, Amigos queridos! Beijos e abraços!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)
