quinta-feira, março 29, 2007

De volta à realidade...

As férias.

Não foram exatamente com planejei.
Não pude ir à BH, por exemplo. Mas oportunidade não há de faltar, com certeza. Quanto à taxa de maresia no sangue, ah essa sim, renovadíssima!!! Até consegui ficar semi-morena...

Mas infelizmente esses pequenos prazeres da vida acabam logo. As férias já estão na lembrança, a taxa de maresia insiste em cair de novo e a pele morena vai-se embora a cada nova chuveirada. Inclusive já identifiquei duas novas sardas. Mas ao contrário do que pensava na adolescência, hoje elas são muito bem vindas!

Vi, revi e conheci pessoas.
Fiz visitas maravilhosas.
Dormi em camas diferentes e boas, algumas já conhecidas, mas senti bastante a falta da minha.

Ajudei minha melhor amiga na festa de dois anos de seu filho. Enchi bexigas -os cariocas que me perdoem, mas já adotei esse termo-, enrolei docinhos e os comi, com excessão do beijinho, aquele doce horroroso, cheio de côco. Também estourei muitas bexigas depois da festa, claro!
Vi um filme muito bom, Babel, num espaço cultural maravilhoso na Gávea, o Instituto Moreira Salles. Depois comi um sanduíche light delicioso, acompanhado por refrigerante light e batatas fritas nada lights, na companhia de minha amiga D.
Comi biscoito Globo na praia.
Comi um dos melhores bacalhaus da minha vida na casa de um casal de amigos muito queridos, I e M.
Comi de novo o croquete e o sanduíche de linguiça da Casa do Alemão, depois de muito tempo.

Percebi o quanto preciso emagrecer.

Fui de novo à Madureira depois de muuuitos anos, e lá comprei um pijama novo, com detalhes em cor-de-rosa (e isso é incrível!).
Andei de novo pelas ruas da Tijuca.
Usei muito meu novo All Star vermelho.
Comprei uma bolsa com babadinhos, flores em croché, e alguns brilhinhos. Bem mulherzinha, ao contrário do All Star.

Me entristeci com algumas questões de família.
Muito me alegrei com algumas respostas de Deus!

Mas a vida continua, com a rotina do dia-a-dia dizendo de novo "oi", e uma estranha sensação de felicidade e alívio por estar de volta.

quinta-feira, março 08, 2007

Mais uma!!!


Mais uma indiscutível vitória...
Mais uma conquista...
Mais uma taça...
Mais uma vez essa paixão celebrada!
Mais uma vez a Nação Rubro-Negra em festa!!!




FLAMENGO - CAMPEÃO 2007 DA TAÇA GUANABARA!

segunda-feira, março 05, 2007

Até que enfim!

Como ontem foi meu último plantão, na prática eu

estou de FÉRIAS!!! Uhu!!!

Beetle Juice fará seu habitual check-up amanhã, antes de passear pelas estradas de novo.
E se Deus permitir, e nenhum imprevisto surgir, estarei pisando em solo carioca na quinta que vem!!! :)



sexta-feira, março 02, 2007

Cartão postal é entregue com 90 anos de atraso na Inglaterra

Walter Burns era, em 1917, um soldado britânico em combate na Primeira Guerra Mundial.
Das trincheiras ele enviou um cartão postal para sua noiva à época, Amy Hicks.
Ela, entretanto, nunca chegou a receber a correspondência.
Mas isso não impediu o amor entre os dois.
Walter retornou da guerra e se casou com Amy dois anos mais tarde.
Eles permaneceram juntos até a morte dela em 1978.
Walter morreria no ano seguinte, aos 82 anos.

A história de amor do casal voltou à tona há poucas semanas, quando o postal, que provavelmente ficou perdido em um acampamento militar durante o conflito, finalmente foi entregue.
O carteiro Martin Kay encontrou-o em meio à correspondência rotineira do correio da cidade de Swindon e, com a ajuda de historiadores, localizou Joyce Hulbert, 86, filha de Walter e Amy.
O cartão, com 90 anos de atraso, enfim encontrou um destinatário.
Nele o soldado Walter apenas havia enviado uma mensagem para confortar sua amada:
"Estou bem."


Depois de ler essa história, fiquei pensando...
E se o soldado não tivesse voltado, e o final da história não fosse feliz?
Esse cartão poderia ter feito diferença na vida da que era, na época, noiva dele?
Talvez, naquele momento, a ansiedade gerada pela falta de notícias poderia ter sido amenizada com a chegada do postal...

Mas isso é algo quase inimaginável no mundo "informatizado" e "globalizado" em que a maioria de nós vive hoje, não é mesmo?
Enquanto pensava sobre isso me bateu uma saudade tremenda da época em que gastávamos tempo indo à papelarias, escolhendo cartões, escrevendo neles, comprando selos, colocando-os nas caixinhas de correio, ou até mesmo enfrentando as filas enooormes nas agências...

Aí fiz mentalmente alguns caminhos que faço todos os dias, tentando "visualizar" ao menos uma dessas caixas de correio, amarelinhas, sobre aquele poste azul marinho...
Não consegui lembrar de nenhuma!
Amanhã vou fazer alguns desses caminhos de verdade, e ver se a minha memória me pregou mais uma peça, ou se ela tem mesmo razão.

Tenho a maioria das cartas e cartões que recebi na minha adolescência e início de vida adulta. Guardados, separados, conservados.
Há alguns dias atrás li algumas cartas que um grande amigo, o W., agora lá nos States, me mandava quando estudava numa instituição militar aqui em Cps.
Ironicamente, hoje quem mora perto dessa instituição sou eu, algo que na época jamais poderia ter imaginado. Rs. Foi uma experiência deliciosa, nostálgica, e feliz.

É que hoje tudo é tão imediato e instantâneo - me refiro a coisas como fax, e-mail, torpedos, celular com rádio, e tantos outros meios da gente se comunicar rapidamente - que a gente nem conhece mais a letra que cada um tem.
Afinal, até os cartões também se tornaram virtuais. Nada contra, ao contrário, pois sou uma grande "usuária" deles.
Mas o fato é que não sabemos mais qual é a sensação de esperar o carteiro, e ver se no meio das contas (porque essas sim, nunca vão parar de chegar!) está aquela correspondência que poderá fazer a diferença nas nossas vidas durante um dia, ou quem sabe de toda uma semana!

Acho que vou dar uma retrocedida no tempo, e tentar experimentar essa sensação gostosa de novo.
Quem sabe um cartão meu não faz a diferença no dia de alguém?
Assim como poderia ter feito diferença, prá Amy, aquele postal do Walter que não chegou...
Quem sabe???
;)

quinta-feira, março 01, 2007

"São como um cristal, as palavras.

Algumas, um punhal, um incêndio.

Outras, orvalho apenas."

(Eugénio de Andrade(1923-2005), poeta português.

quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Belo Horizonte, aí vou eu!


Graças às Férias, que aliás começam em 8 dias!!! :)

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Existe música prá tudo na vida...

Olá, como vai?

Acordei pensando em tudo
Que meus olhos buscam dentro e fora do mundo
A cidade grita com a luz
E eu quero o fogo que ilumina o escuro
Me diga como você se sente
Me diga quando você me quer
Me fale do passado presente
E o futuro pode ser o que você quiser

Acordei pensando no escuro
E a TV me desligando do mundo
A vontade brinca com a vida
E a gente sempre vai passando por tudo
Me diga como você se sente
Me diga quando você me quer
Eu falo do passado presente
E o futuro será sempre o que você fizer

Pode ser num dia claro de chuva
Pode ser olá como vai
Pode ser entre o som e o silêncio
Pode ser que eu espere demais
Pode ser mais uma estrela nascendo
E a gente se amando demais
Me diga como você se sente

Composição: Lô Borges / César Maurício

É impressionante como algumas músicas "falam" pela gente... Prá descrever o que senti no dia de ontem, e que ainda sinto na madrugada de hoje, não é preciso nenhuma palavra a mais. :)

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Taxa de maresia 100%

Que beleza!!!
Nada como uns dias no Rio prá melhorar o humor, a disposição, e mandar pro limbo a irritação que a rotina do dia-a-dia causa! :)
Se choveu???
Claaaaaaaro que sim! E que chuva! Que o diga minha amiga D.!
Além da chuva, tivemos um encontro inusitado com o "Suvaco de Cristo", um bloco carnavalesco lá da Zona Sul. Que coisa... Mas até que foi divertido. Demos umas boas risadas! E além disso, tomar aquele banho de chuva foi como "lavar a alma". Sensacional! Fazia tempo que não me encharcava com a água da chuva daquele jeito!
A cara da praia só consegui ver no penúltimo dia. Mas valeu a pena. Como sempre.

Aliás, a contagem regressiva continua...

Faltam 14 dias prás minhas tão

sonhadas FÉRIAS!!!

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Maresia já!!!

Minha taxa de maresia no sangue chegou à níveis críticos, só pode!!!

Acho que por isso eu fiquei tão irritada no plantão ontem, por causa do "furto" da minha lata de Coca-Cola de dentro da geladeira...
E pior que o "ladrão", além de trabalhar comigo, ainda deixou um golinho do precioso líquido dentro da latinha... Será que no último instante bateu um remorso e ele(a) resolveu deixar um pouquinho prá mim?
Argh... que nojo! A lata foi pro lixo, claro, com sobra de golinho, baba do meliante e tudo mais!

É interessante como uma coisinha de nada , um evento isolado, uma situação inesperada, tem a capacidade de alterar o nosso humor. Nesse meu caso, para pior.
Tudo tranquilo nos "domínios obstétricos caismenhos", apesar da falta de pessoal da minha equipe.
Plantão transcorrendo leve, tranquilo, bem-humorado, até a "abdução" da Coca...
Os sorrisos, caretas e meu habitual bom-humor no trabalho deram lugar a praguejos e desejos sórdidos de sofrimentos dos mais variados para o que estivesse digerindo o refri naquele momento. Rs.

Toda essa situação durou no máximo uns 10 minutos, mas pareceu uma eternidade!
Até eu perceber a tempestade que estava fazendo no meu próprio copo d'água! E por quê?
Por causa de um líquido que desentope pias com eficiência espantosa (sic com minha amiga F.), além de ter pelo menos umas 500 kcal (no mínimo) espalhadas naqueles 350 ml...
Tudo bem, o danado do líquido é gostoso, tenho que admitir, mas não é nem de longe digno de causar tanta confusão assim, não é mesmo?!

Então, voltando à maresia...
Minhas entranhas serão abastecidas dela brevemente! Afinal, serão 5 dias preciosos na Cidade Maravilhosa, começando a contar daqui há umas 60 horas, aproximadamente.
Dias que serão muito bem vindos. Com chuva, ou não!
:)


Existe música prá tudo na vida...

Pode ser
(Composição de Jorge Vercilo, na voz de Pedro Mariano)

Já me acostumei com a insegurança
De quem não quer sofrer
A paixão certeira que nos alcança
Quem poderá prever?
A profundidade e o envolvimento
Não dá prá controlar
A longevidade do sentimento
Só o tempo dirá!



Pode ser uma nova ilusão
Pode ser esse meu coração
Ou será o amor, ou será...

Quando a tua boca me rouba um beijo
Sinto o meu chão rachar
Amo os teus contornos, em ti me vejo
Dentro do teu olhar
Mas bem lá no fundo me bate um medo
Medo de me entregar
Quase todo mundo tem um segredo
Me ajuda a desvendar

Pode ser uma nova ilusão
Pode ser esse meu coração
Ou será o amor, ou será...