sábado, novembro 22, 2008

Romance é tudo!!!

Dever do Dia...

Nem sempre eu consigo entender a razão de algumas coisas serem como são, e os porquês de outras coisas que acontecem, mas Deus sempre dá um jeito de me mostrar que Ele está no controle de tudo.
Ler essa poesia hoje fez o final do meu dia mais feliz.
Saber que o Senhor cuida de mim, apesar de todas as coisas, me faz mais feliz.
Entender que esse amor é incondicional, atemporal e eterno, com certeza me faz muito mais feliz. :)

Dever do Dia

Pára de lutar, queixar, acusar,
buscar razões, soluções,
em mil caminhos
que vão chegar ao nada,
como uma porta fechada
ao fim do corredor de cada tentativa.
Pára de buscar alternativas,
procurar explicações.
“Deixa o assunto com o Pai”,
que tem a força e a sabedoria
e confiante vai
fazer o teu “dever do dia”.
Levanta os olhos até onde
o olhar alcança
e vê quanta falta de paz e esperança:
campo branco a esperar por ti.
Começa por aqui. Ao teu redor
há um mundo de oportunidades
para exercer o amor.
Mas, se nem mesmo consegues te mover,
lembra que Deus habita no louvor:
pede, então, que derrame
em teu coração a sua alegria
que nossa força é:
e pela fé, aí mesmo
- onde só Deus é tua Companhia –
canta essa Alegria!
Esse pode ser
o teu dever do dia!
- ...amanhã?
- “Deixa o negócio com o Pai”!


Da grande Myrtes Mathias.

segunda-feira, outubro 13, 2008

A preguiça...

Tem tempo que não não dou o ar da graça aqui por essas bandas...
E nem é tanto por falta de tempo ou de histórias e causos, e sim por culpa da famigerada preguiça...
Ainda bem que Machados, Drummonds, Clarices e tantos outros eram imunes a essa praga! Rs.
Longe de mim me comparar a qualquer um dos daí de cima... só quis dizer que os escritores de verdade e de talento não se deixavam vencer pela preguicite crônica muitas vezes aguda que me invade e quase sempre me derruba.
Se fosse um vírus, com certeza algum super crânio que adora a pesquisa imunológica já teria inventado uma vacina que desse cabo desse mal.
E eu seria uma cobaia de testes com prazer! :)
Mas um dia eu crio jeito. Tenho fé! ;)

quinta-feira, junho 26, 2008

A realização de um sonho!


"Deus é bom pra mim
Deus é bom pra mim
Feliz estou
Caminhando vou
Deus é bom pra mim!"


Bom, nesse caso ao invés de caminhando,vou andando de Fusca... rs.
Tenho a honra de apresentar o Bujão!
O fusca mais lindo do mundo inteiro!!!
Obrigada, Pai. :)

terça-feira, abril 08, 2008

Ri muito quando li isso! Mulheres... ;)

terça-feira, abril 01, 2008

Clique na imagem para vê-la em tamanho maior.

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Antes e depois...





















A viagem com destino certo, mas sem grandes planejamentos, era um desejo compartilhado pelo bonito e por mim.
Pegar o carro e ir.
Parar onde desse vontade, fotografar e curtir a vista.
Pernoitar onde fosse confortável, mas mais em conta.
Sem pressa.
Sair da rotina de prazos e de cronogramas.
Esquecer do corre-corre do nosso dia-a-dia.
Curtir apenas.
Aproveitar e relaxar.
E foi assim ao longo do primeiro, segundo e parte do terceiro dia.
A Rio-Santos e todas as suas belas cidades costeiras foi o nosso primeiro caminho.
Em Paraty e Ilha Bela paramos para almoçar e comprar coisinhas, em Angra para fotografar apenas. Em Santos conhecemos a Vila Belmiro, pro delírio do bonito, rs.
Em Caraguá e Peruíbe pernoitamos.
No caminho belas montanhas, praias maravilhosas, parte do que ainda resta da Mata Atlântica, cidades pequenas, cidades grandes.
O terceiro pernoite, no dia 8/1, seria em Curitiba, onde eu conheceria parte da família dele.
De lá seguiríamos, devagar e sempre, rumo à Floripa, nosso destino final.
A BR 116, mais conhecida como Regis Bittencourt, passou a ser o nosso caminho. Infelizmente, obrigatório.
E lá fomos interrompidos por uma mistura que não se mistura, mas que quando se junta boa coisa não faz: água e óleo.
Em frações de segundo o mundo virou de pernas para o ar, literalmente.
Sensação muito estranha. Um misto de espanto, impotência, medo, alívio, incompreensão, dúvida, e o que mais não consigo descrever. Tudo junto.
O carro, destruído.
O teto virou chão, o chão virou teto.
Nosso sustento vinha do cinto de segurança.
Depois de soltos, a janela virou porta.
O acelerador, portanto, teimava ainda em continuar a me prender...
O chão de grama ganhou brilho graças aos muitos caquinhos de vidro.
Nossas coisas espalhadas ao redor, banhadas em combustível.
Já de pé, olhávamos pra nós mesmos, em busca de algo errado.
Encontramos alguns cortes, sangue, grama, terra, vidro, mas corpos inteiros.
Muitas pessoas ao redor, solícitas, ajudando ou querendo ajudar, surgiram nem sei de onde.
Nada foi usurpado, todos os nossos bens preservados.
Fomos atendidos, e continuamos a "viagem" numa ambulância, imobilizados, ainda confusos com tudo o que acontecia.
Hoje entendo quando alguém se refere à alguma situação vivida como se fosse um sonho, como se não fosse real.
Por uma vez fechei os meus olhos e tive a certeza que acordaria naquele hotelzinho simples na beira da praia de Peruíbe...
Ambulância, macas, colares cervicais, tábuas de imobilização.
Pronto-Socorro, Raio X, perguntas, verificação de pertences, pulseiras de identificação nos braços.
Tudo isso era novidade pro bonito, mas acho que muito mais pra mim.
Não prever o que seria feito conosco era impossível de impedir.
Sempre estive do outro lado. Do lado de quem cuida.
Não consigo descrever o que senti.
Nenhum osso quebrado.
Nenhum trauma grave.
Impossível de acreditar, principalmente depois de ver o carro, no dia seguinte, no pátio da PRF, após a alta do hospital.
Então eu me lembrei de um texto da Palavra que diz:

" O ANJO DO SENHOR ACAMPA-SE AO REDOR DOS QUE O TEMEM E OS LIVRA".
(Salmos 34:7)

terça-feira, janeiro 01, 2008

Feliz 2008 pra todos nós!

(Clique na imagem para vê-la em tamanho maior.)

terça-feira, dezembro 11, 2007

Fidelidade, sempre.


Sou flamenguista, de coração e alma. E isso todo mundo sabe.
Em sampa, sou Corinthians por opção.
Por quê?
Porque é impossível não me identificar com A Fiel.
Motivo?
Tá aí em cima. :)

sábado, outubro 20, 2007

Quase 6 kg de papel...

... e muitas, muitas palavras escritas.
Muitas eram promessas, outras elogios.
Algumas palavras de repreensão, outras de concordância.
Várias eram referentes a planos para o futuro, muitas outras para relembrar o passado.
Umas eram palavras de outros, encaminhadas com a finalidade de dizer algo específico.
Muitas poesias, outras letras de canções, ditas para celebrar o sentimento que existia naquele momento.
Todas ditas por uma única pessoa.

Durante um bom tempo, na verdade alguns anos, fui como que prisioneira dessas palavras.
E as guardava num canto em um armário, em pastas e saquinhos plásticos.
Em vários momentos olhei para elas, e me perguntei: por que vocês ainda estão aqui?
Em todas as vezes não soube responder.
Exceto num dia de domingo, mais precisamente no dia 02/09 desse ano.
Acordei com uma daquelas sensações estranhas de "há algo que não sei o que é mas que precisa ser feito" que vêm sobre mim de vez em quando...
E quando isso acontece, um coisa eu sei: preciso me "libertar" de alguma coisa.
Mas do quê?

Levantei quase com o dia se transformando em tarde, com toda a preguiça e vagareza peculiares às horas estendidas na cama.
Fiz o mesmo "ritual" de sempre do despertar: fui ao banheiro, dei os beijos e afagadas nos caninos, fiz o café, tomei o café na frente da televisão, liguei o computador.
Ao meu lado, "o" armário. Dentro de mim, "aquela" sensação.
Olhei pro armário, abri uma de suas portas, e lá estava o motivo daquela estranha sensação: as palavras.
Todas arrumadinhas naquele canto.
Naquele momento não tive mais dúvidas.
Num capricho, levei-as até a balança do banheiro: quase 6kg!
Mas não me surpeendi...
Dentro de mim algo queimava...

Palavras são como fogo (dependendo de como são ditas), já diziam muitos poetas.
E foi nesse momento que eu soube o que tinha que fazer.
Nenhuma dúvida, nenhum sentimento de perda, nenhuma "sensação estranha" mais...
Só a certeza de que só o fogo poderia ser capaz de colocar um ponto final naquela fase da minha vida, materializada ali por aqueles quase 6kg de papel.

Retirei as folhas dos seus saquinhos e pastas.


Rasguei todas elas em quatro partes.



Improvisei uma fornalha, e as dispus dentro dela.



Lentamente o fogo iniciou seu processo.



Mas logo se intensificou.


Não preciso nem dizer, mas é claro que tudo se transformou em um monte de cinzas.
Mas a imagem das cinzas não precisa ficar registrada.
Percebi que o que vivi foi importante.
Teve significado.
Me fez crescer.
Hoje faz parte de mim, da minha história.

O fogo "limpou e purificou" todo resquício de qualquer sentimento ruim.
As cinzas foram levadas pelo vento.
As lembranças boas e o aprendizado ficam.
Pra sempre, enquanto eu viver.